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Blog de Marketing Digital da WE3

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Você é daqueles que adora ou detesta receber áudios no WhatsApp? A pergunta vem com base em comportamentos dos brasileiros ao utilizar essa rede social, que faz parte de nosso dia a dia. Em um levantamento feito pela Exame em parceria com a plataforma de serviços digitais MindMiners, 100% dos entrevistados dizem acessar o WhatsApp diariamente. Para se ter uma ideia, as porcentagens para outras redes sociais são menores: Youtube 88%, Facebook 86%, Instagram 83%. E essas seguidas pelas menos mencionadas: Twitter 37%, TikTok 28% e Linkedin 27%.No WhatsApp, muitas vezes, enviamos áudios quando não podemos digitar, para explicar assuntos mais complexos ou por simples preferência. Lançado em 2009, o aplicativo teve sua função áudio habilitada apenas em 2013. Mas essa função divide opiniões. Existem aqueles que adoram essa reprodução da comunicação oral e os que detestam ter que parar para ouvir a fala de alguém ao invés de simplesmente ler mensagens. Afinal, qual a etiqueta para WhatsApp entre os brasileiros? Vamos a alguns números que nos darão uma ideia sobre isso. Áudios do WhatsApp caíram no gosto da maioria dos brasileiros De acordo com a mesma pesquisa, de fato, áudios do WhatsApp caíram no gosto da maioria dos brasileiros. 56% dos...

Investir em anúncios online durante a pandemia da Covid-19 se tornou um desafio para as empresas. O vírus, seus impactos econômicos e sociais frearam investimentos em marketing digital. Por outro lado, com o isolamento, as pessoas passaram a ter mais tempo para consumir conteúdo online. O desejo de manterem-se conectadas e informadas aumentou muito o número de impressões sobre anúncios, especialmente via mobile.Ao mesmo tempo, o custo por essas impressões diminuiu ao redor do mundo, justamente pelos menores investimentos. Isso quer dizer que houve uma queda no CPM, custo por mil impressões. Essa é a sigla para a métrica de desempenho relativa ao custo cobrado quando os anúncios são exibidos mil vezes. A boa notícia é que essa queda gerou oportunidades para que pequenas e médias empresas anunciem por custos mais baixos. Primeiras semanas da pandemia de Covid-19: menos gastos com anúncios Com o avanço da pandemia de Covid-19, muitas empresas deixaram de comunicar. Em 8 semanas de isolamento no Brasil, de meados de março a meados de maio, houve uma queda de 34% no número de anúncios. Muitas empresas consideravam que veicular campanhas naquele momento era arriscado para sua imagem. E essa postura, em parte, ainda persiste.Contudo, no momento atual, a...

Muitos dizem que o passado é a maior fonte de lições. Mas será que, no caso desta crise 2020, é realmente possível se espelhar nele para prever suas consequências? O que sabemos é que vivemos um contexto praticamente inédito. Mesmo assim, não é preciso procurar muito para encontrar comparações com a crise 2008 que, na maior parte das vezes, são simplistas. Neste texto, vamos entender um pouco por quais motivos.Todos estão enfrentando imensos desafios neste ano. As pessoas em seu dia a dia, com suas finanças. As empresas tentando driblar as consequências iniciais da crise e se preparar para as futuras. Esses desafios não são familiares para ninguém, por isso, demandam soluções inéditas. E, para as empresas, adequar-se às demandas do consumidor é algo a ser feito com muito mais rapidez e dedicação do que antes considerado. Contexto da crise de 2020: uma visão abrangente Partindo de uma visão macro, sabemos que cada local está conseguindo lidar de determinada maneira com a crise 2020 e suas consequências. Sejam países ou regiões de países, os níveis de desenvolvimento influenciaram muito, em um primeiro momento, no combate ao vírus. E o mesmo já está acontecendo com relação às suas consequências econômicas. Em locais de...